Cirurgia pediátrica Salvador

Cirurgia Pediátrica com experiência, segurança e cuidado

Orientação clara para que cada família compreenda o diagnóstico, as opções e cada etapa do tratamento.

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Atendimento especializadoDo recém-nascido ao adolescente
Decisão compartilhadaInformação clara para toda a família
Cuidado completoAntes, durante e após o tratamento

Experiência técnica.
Cuidado que acolhe.

Sou o Dr. Marcos Campos, médico com mais de 20 anos de formação e mais de 15 anos de atuação em Cirurgia Pediátrica.

Minha filosofia de cuidado parte de uma indicação cirúrgica prudente e individualizada. Procuro explicar cada diagnóstico e possibilidade de tratamento com clareza, acolhendo as dúvidas da família para que as decisões sejam tomadas com segurança e tranquilidade.

Mais de 20 anosde Formação Médica
Mais de 15 anosde atuação em Cirurgia Pediátrica
Prudência e clarezana indicação cirúrgica e no acolhimento da família

Graduação em MedicinaUniversidade Federal da Bahia — UFBASalvador/BA

Residência Médica em Cirurgia GeralHospital Santa Izabel — Santa Casa de Misericórdia da BahiaSalvador/BA

Residência Médica em Cirurgia PediátricaHospital Municipal Infantil Menino JesusSão Paulo/SP

CRM-BA 17.273RQE 21.344

Cuidado cirúrgico especializado para cada fase da infância

A indicação mais segura começa por uma avaliação atenta e individualizada.

01

Fimose e postectomia

Avaliação individualizada para diferenciar a evolução própria da infância das situações que precisam de tratamento, com indicação cirúrgica somente quando necessária.

02

Hérnia inguinal

Investigação da presença de abaulamento na região da virilha e orientação à família sobre o diagnóstico e o momento adequado do tratamento.

03

Hérnia umbilical

Acompanhamento da evolução do anel umbilical e avaliação criteriosa da necessidade de correção conforme a idade e o exame da criança.

04

Hidrocele

Avaliação do aumento da bolsa escrotal, diferenciação dos tipos de hidrocele e definição da conduta mais apropriada para cada criança.

05

Testículo não descido (criptorquidia)

Exame especializado para localizar o testículo e orientar a família sobre o acompanhamento e o período indicado para o tratamento.

06

Parede abdominal e tecidos moles

Avaliação de alterações da parede abdominal e de lesões da pele e dos tecidos moles, como tumores cutâneos e hemangiomas.

07

Cisto branquial

Investigação de nódulos ou aumentos de volume na região lateral do pescoço, com planejamento do tratamento quando indicado.

08

Cisto tireoglosso

Avaliação de lesões na região central do pescoço e orientação sobre exames complementares e tratamento cirúrgico.

09

Cirurgia videolaparoscópica

Procedimentos minimamente invasivos quando indicados, como a colecistectomia para o tratamento da colelitíase.

10

Avaliação pré e pós-operatória

Planejamento cuidadoso antes da cirurgia e acompanhamento da recuperação, com orientações claras para a criança e sua família.

Não encontrou a condição que procura? Uma avaliação individualizada ajuda a compreender o diagnóstico e os próximos passos.

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Clareza também faz parte do tratamento

Uma experiência médica mais tranquila começa quando a família sabe o que esperar.

  1. 01

    Escuta e avaliação

    A história da criança e as preocupações da família são acolhidas com atenção.

  2. 02

    Explicação clara

    Diagnóstico, possibilidades e indicação são apresentados sem pressa e em linguagem acessível.

  3. 03

    Cuidado em cada etapa

    A família recebe orientação antes, durante e depois do tratamento.

Informação para decidir com tranquilidade

Respostas gerais para as dúvidas que costumam surgir antes e depois de uma cirurgia. Cada criança, porém, precisa de orientações individualizadas.

Quando devo procurar um Cirurgião Pediátrico?

Quando houver suspeita ou diagnóstico de uma condição que possa precisar de avaliação cirúrgica, ou quando o pediatra recomendar uma opinião especializada. A consulta também serve para esclarecer dúvidas e acompanhar situações que ainda não precisam de operação.

Levar meu filho ao cirurgião pediátrico significa que ele precisará ser operado?

Não. A avaliação permite compreender o diagnóstico, a evolução esperada e as alternativas possíveis. Em algumas situações, a conduta mais segura é observar e acompanhar; em outras, o tratamento cirúrgico pode ser recomendado.

Como é decidido se a cirurgia é necessária ou se podemos esperar?

A decisão considera o diagnóstico, a idade da criança, os sintomas, o exame físico, a evolução natural da condição e os riscos de tratar ou de esperar. Esses fatores são discutidos com a família de forma individualizada.

A anestesia geral é segura para crianças?

Todo procedimento anestésico possui riscos, mas o planejamento é individualizado de acordo com a idade, o peso, o estado de saúde e o tipo de cirurgia. O anestesiologista avalia a criança, esclarece os riscos e define a estratégia mais adequada para sua segurança.

Como preparar emocionalmente meu filho para a cirurgia?

Converse com linguagem simples, honesta e adequada à idade, explicando o que a criança poderá ver e sentir sem fazer promessas irreais. Manter uma postura tranquila e levar um objeto familiar, como um brinquedo ou cobertor, também pode ajudar.

Como funcionam o jejum e os medicamentos antes da cirurgia?

As orientações variam conforme a idade, o procedimento, o horário e as condições de saúde. A família deve seguir exatamente as instruções fornecidas pela equipe sobre alimentos, líquidos e medicamentos; o descumprimento pode exigir adiamento por segurança.

O que fazer se meu filho tiver febre, tosse, gripe, vômitos ou diarreia antes da operação?

Entre em contato com a equipe antes de comparecer ao hospital. Uma alteração recente de saúde pode exigir nova avaliação e, em alguns casos, o procedimento poderá ser adiado para proteger a criança. Não suspenda nem mantenha a cirurgia por conta própria.

Meu filho poderá voltar para casa no mesmo dia?

Muitas cirurgias pediátricas permitem alta no mesmo dia, depois que a criança estiver acordada, confortável e em condições de se alimentar e receber cuidados em casa. A necessidade de internação depende do procedimento, da idade e da recuperação individual.

Meu filho sentirá muita dor depois da cirurgia?

Algum desconforto pode ocorrer e varia conforme o procedimento. O controle da dor é planejado desde a cirurgia e ajustado à necessidade da criança. A família também recebe orientações para reconhecer dor em bebês e crianças que ainda não conseguem descrevê-la.

Quando a criança poderá tomar banho, voltar à escola, brincar e praticar esportes?

O retorno às atividades depende da cirurgia e da evolução da cicatrização. Na alta, a família recebe orientações específicas sobre banho, curativos, escola, esforço físico e esportes. Essas recomendações individuais devem prevalecer sobre orientações gerais encontradas na internet.

Quais sinais depois da cirurgia exigem contato com o médico ou atendimento de urgência?

Dor intensa ou que piora, vômitos repetidos, febre, sangramento, vermelhidão ou inchaço progressivos, secreção na ferida, dificuldade para respirar ou piora importante do estado geral precisam ser comunicados à equipe. Sintomas intensos ou súbitos devem ser avaliados em um serviço de urgência.

O acompanhamento continua depois da cirurgia?

Sim. O retorno pós-operatório permite avaliar a cicatrização, a recuperação e a evolução da condição tratada, além de esclarecer dúvidas e ajustar os cuidados. A frequência dos retornos depende de cada procedimento.

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